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Miguel Ángel CurielLuminarias (Cuaderno de Roma). Amargord, 2012

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Que nunca escriba un haiku, tampoco un soneto. A cada uno su metro. Puedo escribir sobre las montañas porque vivo en ellas. En las montañas sólo se pueden escribir poemas breves, pero intensos y luminosos. Las montañas generadoras de silencio y luz. En las montañas no hay historias. El tiempo las atraviesa y ellas nos vacían de tiempo.


Que nunca escriba un haiku, tampouco un soneto. A cada un o seu metro. Podo escribir sobre as montañas porque vivo nelas. Nas montañas só se poden escribir poemas breves, mais intensos e luminosos. As montañas xeradoras de silencio e luz. Nas montañas non hai historias. O tempo atravésaas e elas baléirannos de tempo.



Que nunca escreva um haiku, tampouco um soneto. A cada um o seu metro. Posso escrever sobre as montanhas porque moro nelas. Nas montanhas só se podem escrever poemas breves, mas intensos e luminosos. As montanhas geradoras de silêncio e luz. Nas montanhas não há histórias. O tempo atravessa-as e elas vaziam-nos de tempo.


Revisora da tradução para o Português: Sara I. Veiga

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