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Poemas de Luis Carballo e fotografías de Xoel Gómez

NACIMIENTO

Se olvidó el humo de los dientes de leche

y el sol mereció el eclipse acodado

con las jirafas vertientes, polarizadas,

armisticio de la selección natural,

donde se ocultan las rodillas como simientes,

donde el agua se quiebra y padece taquicardias

y una luz invencible se fuga como una fruta

de la vigilancia del telescopio.

¿Cuándo madura el Ego? ¿La autoconsciencia del vagido

nace cuando perece?.

Será en las penitencias del arrojo

entonces luna veteradas

de quien nace en la mortalidad

más necesaria.


Sin título-2 copia


NASCIMENTO

Esqueceu o fumo dos dentes de leite

e o sol mereceu o eclipse acotovelado

com as girafas vertentes, polarizadas,

armistício da seleção natural,

onde se ocultam os joelhos como sementes,

onde a água quebra e padece taquicardias

e uma luz invencível foge como uma fruta

da vigilância do telescópio.

Quando madura o Ego? A autoconsciência do vagido

nasce quando perece?

Será nas penitências do arrojo

então luas inveteradas

de quem nasce na mortalidade

mais necessária.


Revisora da tradução para português: Sara I. Veiga

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