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                                                         Imagem: Jens Peter Koerver

Lola Nieto

Vozánica (Harpo libros, 2018)

 

No   es   bueno   dejarse  engañar   por  la   voz-oyente.   Una   voz,   cualquie  ra   que   sea   su   distracción,   no pue   de   morir   ni   vivir,   ni   desea morir   ni   vivir.   Todas   las   voces   ocultan   esta   inexacta   contradicción.   Las   vo

 

 

ces se manosean las voces para sentir el asidero individuo de la permutación en cadencia. Pero no es bueno dejarse en gañar por la voz-oyente. Las voces  buscan  no  morir  ni  vi  vir. Este trasunto implica el olvido comunal. Pero hemos atrapado           .

     
 

una voz-bestia. La vida sólo se puede determinar mediante un alejamiento de la vida. La voz sólo se puede determinar mediante un suspenso impuesto a la mente. El corazón sólo se puede determinar mediante una fisionomía de la realidad en la que la realidad no está. El corazón y la voz que al canzan la ritmificación en el cor          .

 

azón   dis   tri bu   ti   vo   de   la   voz     p é n d u lo–c r e a ción   ad       v i e r t e n   un cúmu   lo extenso   de atrave   s a m i e n tos.    La voz   y   el corazón ,           .

   
           

la voz-corazón, constituida de nuevo, vibra en plegaria de escenificaciones. Incurre en la desmineralización de la evidencia y el renunciamiento de la idea. Pretende la recla sificación de las chispas vivas en chispas sonoras y voces.

 
     
 

Un orden espontáneo y sís mico no implicado con la muerte. Un orden dislocado que tiene en el eje de atrave sar el motor de su vivencia.     La voz-corazón traspasada por todas las voces es una cuna de calor. La voz-corazón, porque el calor es el camino-diástole y

 
   

la existencia dilatada en la voz sendero-espasmo se yergue y postula, es la voz-calor re-vo calizada en la péndulo-condi ción. La creación no es apli  cable. Ritmificación de la luz del ojo y de la luz del oído da abastecimiento a la cuna de calor, al atravesamiento por el sonido, a la voz-calor de la purulencia sonora.


 

Não é bom deixar-se enganar pela voz-ouvinte.     Uma     voz,     qual quer que seja a sua distração, não pode morrer nem viver, nem de seja morrer     nem     viver.     Todas   as vozes ocultam esta inexata contradição.                   As               vo

 

 

zes manuseiam-se as vozes para sentir o corrimão indivíduo da permutação em cadência.               Mas não é bom deixar-se enganar pela voz-ouvinte. As vozes procuram não morrer nem viver. Este arremedo implica o olvido comunal. Mas temos apanhado           .

     
 

uma voz-besta. A vida só pode ser determinada mediante um afastamento da vida. A voz só pode ser determinada mediante um suspenso imposto à mente. O coração só pode ser determinado mediante uma fisionomia da realidade na que a realidade não está. O coração e a voz que al cançam a ritmificação no cor              

 

ação dis      tri bu ti vo       da voz p ê n d u lo–c r i a ç ã o   ad       v e r t e m  um cúmu  lo extenso de cru za   men tos.  A voz e o coração           ,                     

 
           

a voz-coração, constituída de novo, vibra na oração de encenações. Incorre na desmineralização da evidência e o renunciamento da ideia. Pretende a reclassificação das chispas vivas em chispas sonoras e vozes

 
     
 

Uma ordem espontânea e sís mica não implicada com a morte. Uma ordem deslocada que tem no eixo de cruzar o motor da sua vivência. A voz-coração traspassada por todas as vozes é um berço de calor. A voz-coração, porque    o calor é o caminho-diástole e                                

 
 

a existência dilatada na voz sendeiro-espasmo ergue-se e postula, é a voz-calor re- vocalizada na pêndulo-condi ção. A criação não é apli        cável. Ritmificação da luz              do olho e da luz do ouvido do abastecimento ao berço de calor, ao cruzamento pelo     som, à voz-calor da purulência sonora.


 

Non   é   bo   deixarse   enganar   pola voz-ouvinte. Unha voz, calquera que sexa a súa distracción, non pode morrer nin vivir, nin de sexa morrer nin vivir. Todas as voces ocultan esta inexacta contradición. As vo                                        .

  ces sóbanse as voces para sentir  a anga    individuo    da    per   mutación en cadencia. Mais   non  é bo   deixarse   enganar   pola   voz-ouvinte.   As   voces   procuran   non morrer   nin   vivir.   Este   remedo   implica   o   esquezo   comunal.   Mais temos apañado   
     
 

unha voz-besta. A vida só se pode determinar mediante un afastamento da vida. A voz só se pode determinar mediante un suspenso imposto á mente. O corazón só se pode determinar mediante unha fisionomía da realidade na que a realidade non está. O corazón e a voz que a cadan a ritmificación no cor                 .

 

azón dis tri bu ti vo da voz   p é n d u lo–c r e a         ción ad        v i  r t e n      un cúmu lo extenso de atrave s a m e n tos.  A voz e o corazón ,           .

   
           

a voz-corazón, constituída de novo, vibra na pregaria de escenificacións. Incorre na desmineralización da evidencia e a renuncia da idea. Pretende a reclasificación das chispas vivas en chispas sonoras e voces.           .

 
     
 

Unha orde espontánea e sís mica non implicada coa  morte.  Unha orde dislocada que ten no eixo de atravesar o motor da súa vivencia. A voz-corazón traspasada por todas as voces é un  berce de calor. A voz-corazón, porque o calor é o camiño-diástole e                                             

 
   

a  existencia  dilatada  na  voz sendeiro-espasmo  érguese  e postula,  é  a  voz-calor  re-vo  calizada    na    péndulo-condi   ción. A creación non é apli   cábel. Ritmificación da luz          do ollo e da luz do ouvido do abastecmento ao berce de  calor, ao atravesamento polo son, á voz-calor da purulencia sonora.

 

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